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CONVIDADES 2021

André Rosa

Graduando em Letras – Língua Portuguesa, pelo Instituto Superior de

Educação de São Paulo – Singularidades; Formado em Humor pela SP Escola

de Teatro.

Foi Artista Orientador de Literatura na edição de 2020 do programa vocacional

da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, mediador na 33ª Bienal

Internacional de Artes de São Paulo, educador Bilíngue-Libras no Museu da Cidade

de São Paulo, auxiliar de sala de leitura no programa Fábricas de Cultura do Governo do Estado de São Paulo e orientador socioeducativo em NAISPD (Núcleo de Apoio à Inclusão Social para Pessoas com Deficiência).

Trabalhou como estagiário no programa educativo do Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo - CCBB-SP, e na galeria SESI-SP do Centro Cultural FIESP.

Já realizou trabalhos e projetos em espaços e equipamentos culturais como Museu da Língua Portuguesa, Instituto Tomie Ohtake, MAM-SP, rede SESC, Casas de Cultura e festivais.

Atualmente é arte-educador, professor de língua portuguesa, contador de histórias, intérprete de Libras e colaborador no grupo Ciclistas Bonequeiros. 

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Aretha Sadick

Multiartista carioca, manifesta-se por meio da cena como intérprete criadora

de imagens na performance, música e tecnologias da palavra, apontando

para a urgência na retomada de poder de pessoas trans negras na construção

de novas imagens e imaginários para produzir cura. 

Atuou nos filmes curta-metragens brasileiros BR_Rip de Eduardo Nogueira

(2018), Preciso Dizer Que Te Amo Dir. Ariel Nobre (2018) e NEGRUM3 um filme de

Diego Paulino (2018), tendo ganhado o prêmio de Melhor Interpretação no Festival PRIMEIRO PLANO, Juiz de Fora em 2019. Neste mesmo ano trabalhou como atriz no espetáculo MACUNAÍMA Ópera Tupi de Iara Rennó (SESC VILA MARIANA); TRANSTOPIA (TEATRO MUNICIPAL SP) e QUEERBARET, ambos direção de Luh Maza. As séries ME CHAME DE BRUNA (FOX), OS AUSENTES (TNT) e protagonizou o filme longa metragem LILI & AS LIBÉLULAS de René Guerra todos projetos voltados ao fortalecimento da empregabilidade de pessoas trans discutindo os acessos, possibilidades e atuação desta comunidade no circuito embranquecido e cisgênero das artes.

Bel Santos Mayer

Educadora social, coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio

Comunitário – IBEAC, co-gestora da Rede LiteraSampa, formadora de jovens

mediadores de leitura, docente da pós-graduação Literatura para Crianças e

Jovens do Instituto Vera Cruz. Licenciada em Ciências/Matemática e Bacharel

em Turismo, tem especialização em Pedagogia Social. Atualmente é mestranda

do Programa de Pós-Graduação em Turismo (EACH/USP), pesquisando a

contribuição das bibliotecas comunitárias para o estudo das mobilidades. Prêmios recebidos: Retratos da Leitura no Brasil-2018; Estado de São Paulo para as Artes-2019; 67° Prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes na categoria “Difusão de Literatura Brasileira”.

Bia Machado

Pesquisadora em Educação e Filosofia da Educação, com ênfase na pesquisa

sobre as concepções de ser humano em outras culturas. Nos últimos 20 anos,

dedicou-se a articular seu percurso acadêmico e sua prática educacional na

construção do MODELO CALEIDOSCÓPIO – um modelo de trabalho cuja

orientação principal consiste em pensar o autoconhecimento e o trabalho

conjunto como processos complementares do desenvolvimento das pessoas.

Formada em Psicologia, Doutora e Pós-doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo, com tese em Filosofia da Educação, autora do livro "Sentidos do Caleidoscópio" – ED. Humanitas. Atualmente é professora e trabalha com pesquisas a partir do MODELO CALEIDOSCÓPIO junto a Educadores. É sócia-fundadora do COLETIVO FACULDADE DA IMAGINAÇÃO.

Bruno Vital

Surdo. Bacharel em artes visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo.

Formado Extensão Culturas Surdas na Contemporaneidade: Criações e

Vivências Artísticas, promovido pelo Itaú Cultural em parceria com o Instituto

Singularidades em 2019. É educador de acessibilidade do Instituto do Sesc

Belenzinho desde 2015. Atua no desenvolvimento de ações colaborativas e

participava como educador de acessibilidade cultural há quase cinco anos em

diversos museus, como Sesc SP, Fundação Bienal, Instituto Tomie Ohtake, MIS SP, além de realizar primeira exposição, Comuna Sagaz (São Paulo), Utopias fragmentadas: anomalias cotidianas. 

Carlos Barbosa

Narrador de histórias, fotógrafo, performer poético, participante dos projetos

de narratividade,  estudante de pedagogia e um sujeito que viaja longe,

muito longeeeeee, sempre atrás de uma bela história.

Dica L. Marx

Músico, compositor e produtor musical. Estudou violão popular na

Universidade Livre de Música - Tom Jobim (atual EMESP). Desde 2017, tem

atuado na cena musical de São Paulo com o show MemoriÁfrica, além de ter

realizado trabalhos como músico, ator e produtor musical em trabalhos como

“As Músicas que Meus Pais Ouviam (Companhia Terra Fértil/Casa Preta), Biel

Lima, Cris Palazzo e Prot{agô}nistas: O Movimento Negro no Picadeiro.

O show MemoriÁfrica tem como mote denunciar as violências advindas do racismo, mas, principalmente, dar relevo às iniciativas, espaços, entidades e mesmo pessoas que, reconhecendo sua ancestralidade e suas identidades negras, contribuem para que outras e

outros possam se reconhecer e curar algumas das várias feridas e dores causadas por essa opressão baseada em nossa cor e em nossos traços. MemoriÁfrica é um processo de cura. Uma narrativa a mais a se somar a de outras leoas e leões que fazem o máximo para que a história não seja contada somente pelos caçadores. Afinal, “as histórias têm outros lados”.

Emilie Andrade

 

Criadora da Sementeira e do Ciclo Palavras Mágicas, há mais de dez anos se

dedica a tornar-se contadora de histórias, ofício que pra ela é amálgama de

tudo que faz e é - artista, educadora, mãe, empreendedora social. Em 2018,

por uma urgência em expandir seu fazer artístico também para o campo social,

inventou a Sementeira. Desde então, além de se dedicar à arte da palavra,

também oferece percursos de aprendizagens para pessoas e grupos aliando sua

experiência na narração artística à uma sólida e contínua formação em práticas narrativas.

Giselda Perê

 

Licenciada em Música pela Unesp e com licenciatura  incompleta em Artes

Cênicas pela mesma instituição,  atuou por mais de dez anos nas áreas de

Arte-Educação  e Educação Musical em escolas, além de ministrar  oficinas

de capacitação em educação musical para  professores. De 1997 a 2000

integrou a Cia. Andarilhos  de Contadores de Histórias. Em 2007 ingressou no 

grupo de teatro Caixa de Fuxico, onde desenvolve  trabalho ligado à cultura popular, participando dos  espetáculos A Batalha dos Encantados e A Menina, o  Príncipe e a Noite, este último contemplado com o PAC  do Governo do Estado de São Paulo em 2007 Desde 2010 faz parte do núcleo de criação  e elenco do Desabafo Coletivo, grupo que  pesquisa elementos do teatro de vivência. Integra, como atriz e musicista, o elenco  da Cia. Animalenda, que estreou em 2012  no Sesc Consolação o espetáculo A Moça da Janela, e faz parte do Agbalá Conta,  que trabalha sobre temas da cultura afro-brasileira, africana e indígena.

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Linete Matias

 

Formada em teatro pela Universidade Federal de Alagoas, é filha de

pescadores e, ao longo dos anos, tem contado e ouvido histórias tradicionais.

Luciana Gomes

 

Uma paraibana em São Paulo, moradora da comunidade Real Parque.

Formada em pedagogia e Pós- graduada em Livros, Crianças e Jovens:

Teoria, Mediação e Crítica pelo Instituto Vera Cruz. Atualmente, trabalha no

ateliê escola  Acaia, compondo a equipe da biblioteca e do Barraco Escola.

Integra a gestão do Instituto Çarê e faz parte da Coletiva Fiandeiras.

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Magno Rodrigues Faria

 

Filho de Guaianases, é pedagogo formado pela Faculdade de Educação da

USP com experiência nas redes pública, privada e do terceiro setor. Possui

especialização em "Arte de Contar Histórias - Abordagens poética, literária e

performática". Desde 2010 trabalha regularmente como educador de biblioteca

pelo Instituto Acaia, onde exerce hoje a coordenação desta área. Também

coordena ações do Instituto ÇARÊ no bairro de Heliópolis (@vozes_perifericas)

Contador de histórias em espaços de cultura (A Casa Tombada, Casa da história, Centro Cultural SP, Biblioteca Mário de Andrade, Quintal da Cultura entre outros) também promove oficinas que envolvam a palavra ("verdade ou mentira - fake news para crianças" e o sarau "vc precisa saber o que passa aqui dentro" para o Sesc/SP)e foi colaborador (júri em 2016) da revista Emília no projeto “Destaques da Revista Emília”.

Mariana Per

 

Cantora, musicista, contadora de história e produtora cultural, caminha entre

a música e a literatura em uma presença de palco incontornável, revezada

entre a sutileza dos gestos e a contundência da fala. Tem como centro de sua

arte a palavra, a palavra de mulheres principalmente negras, fazendo de suas

músicas um encontro da literatura, a ancestralidade e o feminino.

Mirta Portillo

 

Atriz, narradora oral, poetisa, professora e promotora cultural cubana e vive

em Cuba.

Há mais de 20 anos que atua em palcos em Espanha, França, Suíça, Itália,

México, Colômbia e Brasil com espetáculos para crianças e adultos.

O que ela mais gosta é de humor, ela adora fazer rir as pessoas. Oferece

workshops sobre narração de histórias e contra a violência de gênero.

É apaixonada por tudo o que faz e descobriu que os sonhos se tornam realidade através do estudo e acima de tudo do trabalho. Ganhou vários prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais.

"Mulheres que amam para o bem e para o mal" é um espetáculo de contos de literatura e tradição oral, salpicado com fragmentos de canções cantados a capela que apresenta mulheres latino-americanas em situações diversas, querendo ser elas mesmas, tentando dominar o seu destino.

Priscila Harder

 

Contadora de histórias, artista da palavra, atriz e mãe. Formou-se atriz no

Teatro escola Célia Helena e Bacharel em direção teatral na ECA-USP. Cursou

pós-graduação sobre Arte de contar histórias: abordagens poéticas, literárias

e performáticas FACON. É co-fundadora e integrante da companhia Conto em

Cantos onde realiza seus principais trabalhos. Há 16 anos atua e pesquisa sobre

teatro, narrativas e arte de contar histórias. Como contadora de histórias escutou

e compilou histórias na região amazônica em 2009 e no projeto itinerante Trilhar Histórias no Brasil, Uruguai e Argentina. Participou de festivais e encontros de contadores de histórias no Chile, Argentina, México e Colômbia.

Em "Mulheres de olhos grandes" mistura elementos ficcionais e reais da própria vida e se inspira na novela homônima da escritora mexicana Ángeles Mastretta. Resgatando as memórias familiares é que uma mãe encontra meios de fortalecer a vida de sua filha. Pouco a pouco vão sendo reveladas histórias de mulheres fascinantes. A trilha sonora, executada ao violão por Luis Aranha, complementa e dialoga com o ritmo e nuances da narração. 

Sérgio Vaz

Autor de 8 livros, completou 30 anos de poesia no ano de 2018.

Homenageado em diversos prêmios pelo seu trabalho, também foi eleito pela

revista Época em 2009 um dos 100 brasileiros mais importantes do país.

Cofundador do Sarau da Cooperifa, movimento cultural que transformou um

bar, na periferia de São Paulo, em centro cultural e que ajudou a deflagrar a

literaturaperiférica. Criador do cinema na laje, prêmio Cooperifa, Poesia no ar,

Natal com livros, Várzea poética, projeto poesia nos muros, mostra Cultural da Cooperifa que no ano de 2019 completou sua 12a edição.

Serviço:

 

1º CICLO PALAVRAS MÁGICAS: HISTÓRIAS SEMEIAM MUNDOS

 

Dias de 16, 17, 18 e 19 de abril - Sexta, sábado, domingo e segunda-feira, às 17h.

Indicação: Livre.

Ingressos: grátis.

Transmissão: pelo canal da Sementeira no YouTube

 

 

 

 

Informações para imprensa:

Adriana Balsanelli

Fone: 11 99245 4138

imprensa@adrianabalsanelli.com.br

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